domingo, 6 de maio de 2007

Lição de Empreendedorismo

Finalmente conseguiram entrevistar o multimilionário e obter a biografia da sua própria boca:
– Em resumo, eu era órfão, fui criado pelo Padre Benedito numa igrejinha bem pobre da minha cidade. Vivi ali até os 25 anos, trabalhando como sacristão e repartindo com o Padre a sua pouca comida. Quando o Padre Benedito faleceu – que Deus o tenha –, foi substituído por um padre moço, que tinha feito o seminário na Itália. Na primeira semana fui demitido, porque eu era analfabeto.
“O que fazer? Por caridade me deixaram trabalhar na charutaria da esquina, eu conhecia tudo pelo rótulo, não precisava ler nada. Logo depois o dono, que já estava cansado, acabou me vendendo o ponto, que fui pagando aos poucos. E percebi que aquilo era um bom negócio. Então conversei com um outro moço, órfão como eu, e pedi pra ele tomar conta da charutaria, que eu ia abrir outro ponto, esse daí na rodoviária, onde havia mais movimento.
“Bem, pra garantir o sustento de nós dois, acabei me expandindo, vendendo também revista, jornal e material de papelaria. E como a distribuição lá era meio falha, comprei o negócio e formei minha própria distribuidora, aí já atendendo todo o Estado, até a capital. Então pensei: por que comprar dos outros, se eu mesmo posso fabricar? Bom, pra resumir bastante, montei as gráficas, depois comprei a fábrica de papel, as usinas, a rede de distribuição de energia... e isso tudo que vocês conhecem.
– Puxa! – exclamou o repórter. – O senhor é o dono desse império sendo analfabeto! Imagine o que não seria se tivesse se formado, feito faculdade...
– Ah, se eu tivesse estudado hoje ainda seria o sacristão da igrejinha da minha terra.

Moral da história: acreditem: o talento muitas vezes supera a educação e a experiência.

Limites do bom-humor

O humor – bom ou mau – afeta a saúde, o estado de espírito, o relacionamento e a inovação. Pessoas criativas são sempre bem-humoradas. O bom-humor serve também para expressar raciocínios complicados. Estão aí as metáforas que ninguém esquece, os ditados e outras formas engraçadas de fixar um raciocínio.
Mas o bom-humor tem seus limites. Quando ele é utilizado para ofender outras pessoas, seus resultados não serão saudáveis. E ele com facilidade descamba para o preconceito (contra outras nacionalidades, por exemplo), o que será ainda mais danoso tanto para as pessoas como para a coletividade.
Como em todas as coisas, também no bom-humor o excesso deve ser evitado. Um leve sorriso pode ser utilizado o tempo todo. Uma boa e sadia gargalhada pode – e deve – ser liberada em determinados momentos. Agora, rir o tempo todo, mesmo nas situações sérias, pode ser sinal de descontrole emocional.

Tenha uma semana inteira de bom-humor!

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